segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Godofrêdo Rio apresenta Eduardo Braga & Banda, no show “Clube do Godofrêdo”



O Godofrêdo Rio, em Botafogo, apresenta quarta-feira, dia 7 de Outubro, o cantor, compositor, violonista e produtor carioca Eduardo Braga e sua banda no show “Clube do Godofrêdo”.

No show, canções do Clube da Esquina como “Amor de Índio” de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, “Manoel, O Audaz” de Toninho Horta e Fernando Brant e “Clube da Esquina 2” de Milton Nascimento, Lô Borges e Marcio Borges.

"Clube do Godofrêdo" homenageia o genial músico, pintor e poeta Godofrêdo Guedes, pai de Beto Guedes, ao mesmo tempo em que celebra a parceria de Eduardo e sua banda com a Casa, aonde, desde março de 2014, o grupo vem se apresentando em cada vez mais concorridos shows.

Eduardo possui vasta experiência musical acumulada numa carreira de mais de 20 anos. Apesar de ser um instrumentista diversificado, em especial no violão, sua notável facilidade em interpretar canções de diversos gêneros sempre o levou a estar envolvido com trabalhos onde a voz era o principal vetor artístico.

Por esta razão, seu primeiro trabalho de maior exposição foi com o grupo vocal Equale, em 1991, atuando como solista e arranjador. Na sequência, integrou o Vox 4, quarteto vocal pop de orientação jazzística, com o qual coproduziu e lançou CD homônimo em 1995 pela gravadora Cucamonga/Sony, recebendo indicação ao Prêmio Sharp na categoria Melhor Grupo de MPB.

Já definitivamente inserido no cenário musical carioca, um novo desafio surgiu em sua trajetória: a primeira formação do sexteto vocal BR6, com o qual coproduziu, em 2004, o celebrado CD “MPB A Cappella”, lançado pelo Biscoito Fino, que, além de vendagem expressiva no Brasil e no exterior, venceu em duas categorias o Prêmio CARA’s, nos EUA, o mais prestigioso do segmento a cappella. O grupo ainda foi selecionado entre os 24 finalistas do Prêmio Visa nos anos de 2002 e 2005.

Paralelamente, Eduardo desenvolveu uma sólida carreira solo como intérprete, que, aliada ao seu bom gosto e originalidade como violonista e arranjador e à facilidade em trafegar por diferentes gêneros da música brasileira e internacional, o levou a diversos palcos.

Cantando e tocando sempre com muita entrega e emoção, não foi surpresa ele receber, em 2005, o convite da gravadora Albatroz/Sony para produzir seu primeiro álbum solo, “Pós-Acústico”, onde criou novas leituras do pop-rock internacional e da MPB, com destaque para o Clube da Esquina, sua principal influência.

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