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    Otto realiza o seu o 12º festival de palmito



    Palmito Gigante, mais uma exclusividade do Otto

    O festival desse ano vem com uma grande novidade, o Palmito Gigante, uma iguaria raríssima, pois trata-se do coração da Palmeira da primeira colheita. No plantio nasce inicialmente uma única palmeira, que leva de 2 a 3 anos para se desenvolver e é a que dá o Palmito Gigante. As demais colheitas são brotos da mesma planta que nascem após a primeira colheita e produzem em média 1 a 2 palmitos por planta ao ano, mas nunca mais produzem o mesmo palmito gigante.

    Ele é único e especial, porque leva um período de dois a três anos, enquanto as demais palmeiras que são os brotos, nascem dois a três brotos a cada nova colheita e estão prontas para colher em um ano. Além de ser maior e ser mais tenro e mais saboroso, o palmito gigante é maior porque aproveita melhor os nutrientes do solo tratado e não tem que dividir os nutrientes com as outras palmeiras vindas da brotação.

    Depois da primeira colheita nascem de dois a três brotos da mesma planta, que estão aptos para a nova colheita de em média após o período de um ano.

    Desde a sua inauguração, o Otto sempre trabalhou com palmito de cultivo, ecologicamente correto. A partir desse ano, todo palmito consumido no festival e no serviço à lá carte vem de projetos ambientais sustentáveis, desenvolvidos a partir de pesquisas feitas em parceria com a Universidade Rural do Rio de Janeiro e Embrapa.

    Na baixada fluminense o Projeto Rio Rural com o apoio da Emater (Empresa de Assistência Técnica do Estado) vem apoiando o plantio de palmitos, após as pesquisas da Embrapa constatarem que este tipo de cultivo é excelente para a recuperação ambiental de solo e florestas. Só na região de Magé, Guapimirim e Cachoeiras de Macacu já foram plantados nos últimos 10 anos mais de 200.000 pés de palmito por cerca de 50 famílias, sendo o palmito hoje uma importante renda para esta agricultura familiar.

    A frente desse projeto sócio ambiental está oEngenheiro Agrônomo Rolf Dieringer, que há alguns anos vem alinhando com o Otto uma parceria, que além de selecionar variedade de palmeiras específicas para cada região de plantio, entre elas a Pupunha, Real e a Juçara Hibrida, visa também a recuperação ambiental das matas e dos solos das regiões de cultivo.

    O fruto dessa parceria inédita chega agora ao cardápio do Otto, pois a cada nova lavoura em sua primeira colheita de Palmito Gigante, a produção será direcionada para o restaurante Otto da Rua Uruguai e sua filial na Mariz e Barros.

    “Sempre me preocupei com as questões ambientais. Desde a nossa inauguração em 2004, adquirimos palmitos com certificação ambiental. Quando comecei a conversar com o Rolf sobre o projeto me apaixonei não só pela iguaria, mas por toda questão envolvida”, diz Otto.

    O Festival

    Entre as receitas tradicionais do festival estão: Palmito Assado na Casca ao molho Brösel, uma receita típica alemã de sêmola tostada na manteiga e especiarias por R$38,00, como opção de entrada. Como prato principal, servindo até duas pessoas a dica, é o Palmito Gigante assado com Filet Mignon da Diretoria, assado na casca temperado com molho de manteiga e salsa, servido com mousse de filé mignon grelhada (receita exclusiva do Otto) com molho de páprica e batata rústica do Otto – R$138,00 e o Palmito Vegetariano, temperado com molho de azeite e ervas, servido com rostie de legumes e salada alemã – R$82,00

    Devido a novidade e ao sucesso das outras temporadas, o festival este ano terá sua duração prolongada, será de 30 de setembro a 30 de novembro.


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