quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Tomaz Miranda e participação especial e Ary Miranda, no no Carioca da Gema



A música transcende a alma de Tomaz Miranda. É formado em música – Bacharelado em Arranjo – pela UNIRIO, desde 2011. Com 15 anos, selou seu primeiro trabalho como músico, em uma roda de choro. Sua alusão ao samba fica por conta de Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Aldir e Cartola, que segundo ele: são as suas “referências monstruosas”. Mas também bebe de outras fontes, com os grandes compositores do samba, como Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Martinho, Noel, Mario Lago, Candeia, Nelson Cavaquinho e as Velhas Guardas das Escolas de Samba. Têm prazer em ouvir os compositores da Portela, da Mangueira, do Salgueiro, do Império Serrano, entre outros.

E essa musicalidade talvez seja a linha tênue que une Tomaz ao “Simpatia é Quase Amor”, bloco do qual é diretor e cantor, um dos principais do carnaval do Rio. Foi mestre-sala até aprender a tocar cavaco. Pular para cima do carro de som foi uma questão de pouco tempo. Hoje, comanda a música do bloco e está há 10 anos como cantor oficial.

O repertório passeia com músicas importantes para os dois, onde filho e pai mostram o melhor de cada um, como clássicos como “Disritmia” de Martinho da Vila, “Enredo do Meu Samba”, de Dona Ivone Lara e Jorge Aragão, “O Sol Nascerá”, Cartola, assim como “Heróis da Liberdade (Império Serrano)”, e claro, sambas criados para o bloco, como “Tristeza” e “Mundo de Zinco” (Wilson Baptista e Nássara pra a Mangueira).


A banda contará no violão com​ Hudson Santos, nas percussões: Fred Alves, Bidu Campeche e Enderson Balbueno. no cavaco: Leandro Pereira e Tomaz Miranda na voz e cavaquinho.

“Os primeiros acordes e desfiles foram imitando o que ele fazia. Ouvia samba e tocava cavaco. Ele que me levou pra tantas rodas de samba e tantos botequins, que hoje, ele é meu convidado. Vamos cantar clássicos do “Simpatia é Quase Amor” e os sambas que ele me ensinou”, afirma o filho Tomaz.


Já o pai, Ary Miranda, um dos fundadores e até hoje na diretoria do bloco “Simpatia é Quase Amor”. Bloco cujo crescimento se confunde com o do próprio carnaval de rua do Rio, o “Simpatia É Quase Amor”, está na estrada há 31 anos, mantendo o mesmo espírito de crítica e deboche que marcou seu primeiro desfile, no carnaval de 1985.


“Vai ser muito bom poder compartilhar com meu filho um momento de sua vida profissional, ou seja, tocando e cantando com ele”, atesta Ary Miranda.


Dia 13 (sexta) de janeiro


Av. Mem de Sá, 79 – Lapa

Telefone: 2221 0043

Horário de show: 21h

Por R$ 30,00

Formas de pagamentos: Couvert artístico: Débito ou Dinheiro / Consumação: Cartões de Crédito (Visa, Master e Amex) e Débito.

Foto Larrisa Godoi

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