quarta-feira, 25 de outubro de 2017

L’Oréal inaugura centro de pesquisa e inovação no RJ



A L’Oréal inaugurou ontem seu novo Centro de Pesquisa e Inovação, localizado na Ilha de Bom Jesus, próximo ao parque tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com um investimento de R$ 160 milhões, a unidade é um dos sete centros de pesquisa e inovação do grupo no mundo.

O novo centro irá acelerar o desenvolvimento local de inovações em categorias nas quais os brasileiros são altamente exigentes – como cuidados com os cabelos, proteção solar e higiene –, com potencial de lançamento mundial. O objetivo também é tornar as melhores inovações da companhia relevantes para consumidores brasileiros e latino-americanos, por meio de desenvolvimentos locais e da customização de tecnologias mundiais.

“A extrema diversidade de tipos de pele e cabelos, em um país onde a beleza atinge o status de uma arte de viver, representa um fascinante desafio de inovação e que merece o melhor da ciência e da tecnologia. Para criar inovações disruptivas para consumidores brasileiros, e inspirar o mundo, o novo centro foi concebido na vanguarda dos métodos de pesquisa e inovação: colaborativo, digital, aberto ao ecossistema científico e comprometido com a inovação sustentável”, destacou Laurent Attal, vice-presidente executivo de Pesquisa e Inovação.

Durante o evento de inauguração, a companhia anunciou que seu modelo internacionalmente validado de pele reconstruída, o Episkin, cuja implementação no Brasil começou em 2016 – em colaboração com o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, no Rio de Janeiro – estará disponível para a comunidade científica brasileira no início de 2018.

A atividade de pesquisa do grupo no Brasil começou em 2009. Ao longo dos anos, a L’Oréal estabeleceu mais de 15 colaborações com universidades e institutos de pesquisa em todo o país, em diferentes áreas científicas, como: o conhecimento e a caracterização dos cabelos com a Universidade Federal do Rio de Janeiro; microbioma, com a Universidade Federal do ABC (São Paulo); foto-poluição, com a Universidade Federal de Itajubá (Minas Gerais); e peptídeos bioativos, com a Fiocruz (Rondônia).

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